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11.11.08

Uma aventura admirável

Andava eu a passear na estrada da escola do Sabugal, quando vi um rapazito todo apressado, numa barreira, atrás das piscinas municipais.

Quando vi o rapazito, assim de repente, parecia-me um rapaz que já tinha sido da minha turma. Quando olho para ele outra vês, ele já estava ao fundo da descida e eu apercebi-me de que ele estava atrapalhado, porque lhe faltaram os travões da bicicleta. Ele tinha ido embater no passeio com a roda de traseira; digamos que tinha sido cuspido por uma ribanceira a baixo.

Eu, quando o vi cair, desatei logo a correr, para ver se estava tudo bem com o rapazito. Quando chego lá a baixo, vejo o rapazito a levantar-se, e dou conta que é o Tiago. Vou a falar-lhe, para ver como é que ele estava, e ele disse-me que estava tudo bem.

Começámos a falar sobre nós, porque já não nos víamos há uns anitos, e ele estava muito mudado; estava mais crescido, tinha um estilo diferente, estava com calças rota, olhos castanhos e o cabelo castanho todo espetado. Bem, estava diferente! Porém, passado um tempo de estarmos a falar, fomos tomar um copo ao bar das piscinas.

Depois de bebermos uns copitos, de repente, quando olhei para o joelho do Tiago, vi que ele estava a sangrar muito e sugeri-lhe que fôssemos ver aquilo, porque podia ser alguma coisa grave. Então, ele foi à casa de banho e lavou a ferida com água.

Quando chegou ao pé de mim, ele disse que não era nada, que eram só uns arranhões, que tinha feito do tombo.

Bem… quando eu olho para o telemóvel e vejo as horas, só tivemos tempo de irmos cada um para o seu autocarro.

Tiago Caramelo, TE.M.I. 1

28.10.08

A minha amiga apareceu numa publicidade

Vou falar de uma publicidade que me chamou a atenção.

Eis que encontrei uma amiga minha, chamada Andreia Nunes, numa publicidade. Que surpresa!

O objectivo da publicidade era mostrar uma nova marca de carteiras, para se utilizarem na escola. A marca das novas carteiras era “ainós”. O nome da marca chamou-me muito atenção, porque é o nome Sónia ao contrário.

Bem! A Andreia estava linda, rodeada de malas de diferentes cores o que cativava e chamava a atenção dos olhares. Ela, na publicidade, via-se que era uma pessoa que transbordava em simpatia, que chegou ao ponto de cativar mais adolescentes a fazer publicidades de vários produtos. Até de um simples champô!

Podia esperar-se que a Andreia, com a fama, alterasse a sua personalidade, porém não deixou de ser o que era, continuou a ser amiga dos seus amigos, a conviver com os seus amigos. Contudo, ela não deixou nenhum amigo para trás e continuou a ser uma pessoa simpática, atenciosa e querida, o que fez com que eu gostasse ainda mais dela.

Imagine-se que a carteira teve imenso sucesso, visto que a minha amiga, na publicidade, cativou muitas pessoas, principalmente os adolescentes que querem estar sempre na moda!

Bem, podemos dar os parabéns à Andreia, visto que com tudo isto o objectivo da publicidade foi bem sucedido.


Sónia Alexandre, T.C.1

Sem título

A Sílvia Tavares aparentava ser uma adolescente de dezassete anos normal, mas, na realidade era, uma super-heroína. A sua vida era ajudar as crianças, idosos e fazer rir a malta jovem.

A sua vida dupla, na Guarda, era muito ocupada a ser uma adolescente normal, com os estudos; já no Safurdão, dedicava-se inteiramente às crianças e aos idosos.

Decidiu ser uma heroína, pois sentia-se na obrigação de fazer algo melhor no mundo. A sua, personalidade gentil, meiga e animada fez com que ela fosse um sucesso entre os necessitados da sociedade e a sua energia invulgar e a personalidade amigável tornaram-na a mais adorada entre os amigos. O seu grande coração não deixa ninguém de parte, pois, considera todos como iguais.

A sua maior aventura, foi quando fez rir, pela primeira vez um menino.
O menino não ria com as suas piadas nem palhaçadas. A Sílvia sentia-se triste por não poder fazer algo pelo menino, e então, chorou. A criança chegou perto dela, olhou-a, abraçou-a e sorriu pelo simples facto de a Sílvia ter reparado que ele não conseguia sorrir. Desde ai Sílvia dedica-se, feliz, em fazer rir os outros, o que é muito raro hoje em dia e que muitos não conseguem.


Nair Fernandes, A.S.1

Sem título

Os sorrisos contagiantes aproximam-se como um íman.

Eles aparecem da forma mais estranha, mas quando nos marcam, marcam para sempre.

Um certo dia, quando estava a passear, de repente, um sorriso contagiante marcou-me. Aquele sorriso seduzia qualquer pessoa, ele era brilhante e calmo. Sorrateiramente, aproximou-se cada vez mais de mim, chamava a minha atenção...

Marina Sofia era o nome dela.

A pouco e pouco esta rapariga marcou-me, pois o seu sorriso, que realçava toda a sua beleza, atraía-me.

Daniela Marques, T.C.1

O meu dia-a-dia e o da Tânia!

O dia-a-dia da Tânia baseia-se no levantar-se para ir para a escola. Logo que ela se apronta, manda-me uma mensagem a ver se eu também já estou.

Amigas que somos, inseparáveis, vamos juntas. A risada e boa disposição acompanha-nos durante o dia.

Falamos sobre diversos temas até chegarmos à escola... Ela fala muito no namorado - quando fala nele fica muito feliz, os olhos dela ficam brilhantes e o seu sorriso é de orelha a orelha.

Durante o nosso longo e cansativo dia de aulas, vamo-nos conhecendo melhor e ficando cada vez mais amigas. Ela é calma, boa amiga, companheira e eu gosto muito disso nela.

À tarde, depois das aulas, cada uma vai para a sua casa, e a distância, apesar de tudo, não nos separa.
Liliana Esteves, A.S.1

Sem título

Há desejos estranhos com uma estranheza difícil de se entender.

Um certo artista que tinha acabado de chegar do planeta da Simpatia, onde toda gente era simpática, um dia recebeu uma informação que o deixou radiante. Essa informação era acerca de uma rapariga que se chamava Filipa e que vivia no planeta Terra, que transpirava e deixava simpatia por onde passava. Como a Filipa nunca mais voltaria a passar pelo mesmo local, o pintor teve de acompanhar o rasto até chegar a ela.

Quando, um dia, finalmente, a encontrou, começou a desenhá-la em movimentos simples com um lápis de carvão. Quando chegou perto do artista, ele mostrou-lhe o quadro que tinha desenhado para ela. Ficou ainda mais radiante. Depois de a Filipa ter analisado bem o quadro, o artista fez-lhe um convite que teve uma resposta imediata. Esse convite era para a Filipa ir viver para o planeta da Simpatia, que aceitou imediatamente.

Assim sendo, a Filipa tornou-se numa rapariga ainda mais feliz, quando viu que os habitantes do planeta da simpatia viviam do mesmo modo que ela, Feliz.
Nuno Barbosa, T.C.1

Sem título

Com traços suaves e delicados ele pintava o seu rosto. A inspiração movia-o.

Fixou-se no olhar dela, e dali mais não quis sair. Aquele olhar fê-lo perder-se, como um preso numa cela.

Cada traço da cara que ela tinha dava prazer ao pintor de a desenhar. Desde o contorno facial, aos lábios, ao nariz e… aquele olhar penetrante.

Não queria mais acabar de fazer aquela pintura.

Cada vez mais o olhar dela o “comia” sem pedir, o apaixonava sem ele estar a perceber, o deixava nervoso e tímido.

Quando acabou, não queria acreditar.

Há coisas difíceis de explicar, e os sentimentos são uma delas, ainda para mais quando acontecem sem percebermos.

Só pensava no olhar, no sorriso.

Chegou-se ao pé dela e disse:
- Daniela, você é linda!!


Marina Caramelo, T.C.1

Sem título

Era uma vez o homem cenoura que vinha do "País da cor de cenoura", com o seu cabelo e bochechas cor de cenoura. Um dia, foi passar férias ao "País da Beterraba". A viagem foi ganha!

Quando chegou ao "País da Beterraba", viu toda a gente com cabelo roxo e bochechas roxas. Como ele era diferente dos outros, era gozado até pelo tio Tomates da aldeia mais próxima.

Passados dois dias, conheceu muitos novos amigos, o Miguel Beterrabas e o António Beterrabas. Começaram a conhecer-se, porque todos eram fãs dos DZR`T.

Depois de terminarem as férias, o homem cenoura foi para a sua terra natal e ficou a conhecer novas pessoa.

E viveu feliz até falecer.

Júlio Almeida, T.S.J.1

Sem título

A Ana Isabel é uma colega divertida, simpática, irreverente, faladora e sociável. Está sempre rodeada de bons amigos e o que melhor a caracteriza é o sorriso. O sorriso é o seu ponto forte e simboliza a sua alegria e felicidade com os outros que ama, como os seus amigos e família. Uma das características que mais aprecio nela é a sua capacidade de ajudar quem a rodeia.

A Ana Isabel é uma rapariga de estatura média, a sua largura é proporcional à sua altura, tem o cabelo curto e a pele de cor clara. Os olhos castanhos combinam com o cabelo, igualmente castanho.

O sorriso é um símbolo de alegria
Não custa nada a quem o oferece
Felicita quem o recebe
Entristece quem não o aprecia
Quem oferece este presente
Ficará repleto de magia.
Inês Isabel, A.S.1

Desenho da Cátia

As memórias estavam guardadas no sótão. Eu bem o sabia, por isso, naquele dia, sorrateiramente, pé ante pé, subi até às caixas onde tinha recordações antigas dos meus amigos. O baú do sótão despertou-me a atenção!

Eram fotos, umas a preto e branco e outras a cores, mas uma delas prendeu a minha atenção. Era a Cátia…

Veio-me o desejo de desenhá-la.

Comecei pelo rosto: fiz os traços do rosto comprido, depois passei ao nariz fino e comprido, e, por último, os lábios.

Decidi, em vez de ficar só pelo desenho, começar a pintar aquele rosto bonito.

Comecei pelas bochechas que deixei avermelhadas, em seguida passei aos olhos claros, que colori em tom verde azulado, e terminei nos lábios finos e bem vermelhinhos.

E ali estava ela, a minha amiga Cátia… agora ainda mais bonita, pois fi-la ganhar cor e vida!


Sónia Lourenço, T.C.1

A história dos olhos da Catarina

Um certo dia, os belos olhos castanhos da Catarina começaram a abrir muito, muito devagarinho. Uma vez abertos, foram ganhando vida própria, à medida que iam crescendo e o tempo ia passando. São irmãos gémeos, mas não se conhecem, competem entre si, vendo qual é o mais forte e o que aguenta mais tempo aberto.

Estando abertos observam tudo o que os rodeia, coisas e pessoas que se mexem apressadamente de um lado para o outro; e até mesmo as coisas paradas eles observam, tendo em conta todos os pormenores, até os mais escondidos. São muito irrequietos, pois reparam em tudo.

Assim que começa a chegar a noite, ficam mais calmos e já não observam tudo como quando estão abertos, começam a trocar muitas das imagens, vão ficando estas mais turvas, levando-os a quererem fechar-se durante umas horas, para descansar e poderem voltar a abrir num novo dia, para mais uma competição saudável de observação.


Cátia Sofia, T.C.1